Hoje é o meu último dia aqui depois bem férias que bem preciso como voces todas....
Vão ser dois meses longe se voces, não digo que vasi ser facil porque vou ter saudades de voces todas, das voces brincadeiras, das palhacadas. Como a Marisa disse do riso daMariana e a Sara. Bem vou ter saudades de tudo e de todas voces. Meninas desejovos umas boas férias..... que se divirtam muito...........
beijinhos para todas.... adoro-vos a todas mesmo longe de voces eu não me vou esqueser e vou dando noticias e voces facam o mesmo...
ass: lidita
quinta-feira, 9 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
oi marisa
olha se sou refilona é porque voces me provocam.... e sabem perfeitamente que eu fervo em pouca água.... mas agora falando em saudades tenho de concordar contigo, ja sinto saudades das aulas.
Assinado A REFILONA ANDREIA
Assinado A REFILONA ANDREIA
domingo, 14 de junho de 2009
Olá meninas
Oh ninas então como está a correr o vosso estágio?
Bem ultimamente não tenho escrito nada, porque tenho estado ocupada com o estágio...
Olhem o meu está a ser altamente, estou com pessoas espectaculares mesmo... espero que vocês tenham tido a mesma sorte.
Já tenho saudades vossas... saudades das palhaçadas da Milu e da Diana... saudades do riso da Mariana e da Sara... saudades de me "pegar" com a Mónica... saudades da refilona da Andreia... saudades das cocegas da Lídia... saudades do "mau humor" da Carina... saudades de mandar vir com a Sara, fazer-lhe ver certas situações... saudades das risotas das aulas de Ed. Física prof. Zé Leite... saudades das horas livres... saudades das músicas da prof. Fátima... saudades das aulas de matemática prof. Teresa... saudades das aulas de inglês prof. Manuela Varum... saudades dos ensaios de teatro com a prof. Márcia... saudades dos poemas da prof. Dilma... saudades dos "sermões" do prof. Paulo... saudades das aulas de música com a prof. Susana... saudades das aulas de português prof. Fátima... saudades da aula do "valor primordial" prof. Diana, saudades da palavra "social" prof. Cristina, saudades das maluquices da prof. Manuela Guedes... saudades das actividades a ultima da hora... bem são tantas saudades que vocês não imaginam.... este ano irá ficar marcado no coração <3, class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15">pois tenho lugar para todos acontecimentos....
Beijão
Marisa
Bem ultimamente não tenho escrito nada, porque tenho estado ocupada com o estágio...
Olhem o meu está a ser altamente, estou com pessoas espectaculares mesmo... espero que vocês tenham tido a mesma sorte.
Já tenho saudades vossas... saudades das palhaçadas da Milu e da Diana... saudades do riso da Mariana e da Sara... saudades de me "pegar" com a Mónica... saudades da refilona da Andreia... saudades das cocegas da Lídia... saudades do "mau humor" da Carina... saudades de mandar vir com a Sara, fazer-lhe ver certas situações... saudades das risotas das aulas de Ed. Física prof. Zé Leite... saudades das horas livres... saudades das músicas da prof. Fátima... saudades das aulas de matemática prof. Teresa... saudades das aulas de inglês prof. Manuela Varum... saudades dos ensaios de teatro com a prof. Márcia... saudades dos poemas da prof. Dilma... saudades dos "sermões" do prof. Paulo... saudades das aulas de música com a prof. Susana... saudades das aulas de português prof. Fátima... saudades da aula do "valor primordial" prof. Diana, saudades da palavra "social" prof. Cristina, saudades das maluquices da prof. Manuela Guedes... saudades das actividades a ultima da hora... bem são tantas saudades que vocês não imaginam.... este ano irá ficar marcado no coração <3, class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_15">pois tenho lugar para todos acontecimentos....
Beijão
Marisa
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Olá meninas :)
Então como está a correr o vosso estágio?
Espero que esteja a correr bem a todas, o meu está a ser bom.
Na segunda feira quero que me contem como está a ser.
Bjx e um bom dia.
Espero que esteja a correr bem a todas, o meu está a ser bom.
Na segunda feira quero que me contem como está a ser.
Bjx e um bom dia.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
oi ninas.....
olá a todas.....
Como todas nós sabemos que amanha entramos em estágio. Por isso espero e desejo-vos um óptimo estágio. Que tudo vos corra pelo melhor e vão dando noticias as que ficam longe.
também vos queria dizer que vos AMO MUITO.....
BEIJINHOS.....
Assinado por: Andreia Almeida.
Como todas nós sabemos que amanha entramos em estágio. Por isso espero e desejo-vos um óptimo estágio. Que tudo vos corra pelo melhor e vão dando noticias as que ficam longe.
também vos queria dizer que vos AMO MUITO.....
BEIJINHOS.....
Assinado por: Andreia Almeida.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Até que ponto se pode afirmar que a Decisão comporta Riscos?
Em que sentido se pode afirmar que a Decisão comporta Riscos?
Este tema, em que sentido se pode afirmar que a Decisão comporta Riscos, engloba dois grandes tópicos sendo eles a Liberdade e a Libertinagem. Estes dois tópicos não querem dizer o mesmo embora por vezes nos pareça, são bastante distintos um do outro, é certo que ambos falam de liberdade mas uma liberdade um pouco distinta. Para sabermos do que falam eles realmente vou então referi-los.
Liberdade
A condição de uma pessoa não ser sujeita ao domínio de outra, ter poder sobre si mesmo e poder sobre os seus actos, pode ser um conceito puro de liberdade. Isto seria muito pouco para definir liberdade, este conceito é muito mais amplo. Liberdade tem, ainda, outras vertentes, podendo estas ser de ordem filosófica, psicológica, política, económica, social, etc.
Do ponto de vista legal, uma pessoa é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo.
Uma sociedade livre deve ser aquela que dá condições aos seus membros para que desfrutem sem outras condicionantes da mesma liberdade. O desejo de liberdade é um sentimento que existe no ser humano e que lhe confere direitos, como poder escolher a profissão, o casamento, as orientações políticas, sexuais e outras. A liberdade manifesta-se, também, na consciência da pessoa quando esta tem que tomar decisões importantes, nas quais a pessoa sente que pode estar a comprometer a sua vida. Existem pessoas que estão submetidas a situações extremas de privação de liberdade, vendo-se impedidas de preservar a sua integridade e dignidade. Seria convincente classificar a liberdade em três grandes complexos:
· A Liberdade como forma de vida do Estado e do indivíduo no Estado e na sociedade;
· A Liberdade como pressuposto de toda a acção;
· A Liberdade da acção humana.
A liberdade não pode consistir em fazer o que se quer, mas em
poder fazer o que se deve querer. Se um cidadão fosse livre para fazer o que as leis proíbem, já não teria liberdade, porque os outros teriam também esse poder.
Montesquieu
“…a liberdade consiste em fazer tudo o que não prejudique a outrem – assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites, senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo destes mesmos direitos. Tais limites não podem ser determinados senão pela lei.”
Constituição Francesa, 1791
“…a liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do seu semelhante” (…)
“…o que o homem perde pelo contrato social é a sua liberdade natural, e o que adquire é a liberdade civil. Distingue-se a primeira que não reconhece limites outros além da força dos indivíduos, da segunda, que está protegida e limitada pela vontade geral.”
Rousseau
“…a liberdade não consiste apenas no direito, mas no poder de ser livre”.
Luiz Blanc
“…a liberdade consiste em se poder fazer ou deixar de fazer tudo o que, praticado ou deixado de ser praticado não desagregue a sociedade nem lhe impeça os movimentos.”
Este tema, em que sentido se pode afirmar que a Decisão comporta Riscos, engloba dois grandes tópicos sendo eles a Liberdade e a Libertinagem. Estes dois tópicos não querem dizer o mesmo embora por vezes nos pareça, são bastante distintos um do outro, é certo que ambos falam de liberdade mas uma liberdade um pouco distinta. Para sabermos do que falam eles realmente vou então referi-los.
Liberdade
A condição de uma pessoa não ser sujeita ao domínio de outra, ter poder sobre si mesmo e poder sobre os seus actos, pode ser um conceito puro de liberdade. Isto seria muito pouco para definir liberdade, este conceito é muito mais amplo. Liberdade tem, ainda, outras vertentes, podendo estas ser de ordem filosófica, psicológica, política, económica, social, etc.
Do ponto de vista legal, uma pessoa é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo.
Uma sociedade livre deve ser aquela que dá condições aos seus membros para que desfrutem sem outras condicionantes da mesma liberdade. O desejo de liberdade é um sentimento que existe no ser humano e que lhe confere direitos, como poder escolher a profissão, o casamento, as orientações políticas, sexuais e outras. A liberdade manifesta-se, também, na consciência da pessoa quando esta tem que tomar decisões importantes, nas quais a pessoa sente que pode estar a comprometer a sua vida. Existem pessoas que estão submetidas a situações extremas de privação de liberdade, vendo-se impedidas de preservar a sua integridade e dignidade. Seria convincente classificar a liberdade em três grandes complexos:
· A Liberdade como forma de vida do Estado e do indivíduo no Estado e na sociedade;
· A Liberdade como pressuposto de toda a acção;
· A Liberdade da acção humana.
A liberdade não pode consistir em fazer o que se quer, mas em
poder fazer o que se deve querer. Se um cidadão fosse livre para fazer o que as leis proíbem, já não teria liberdade, porque os outros teriam também esse poder.
Montesquieu
“…a liberdade consiste em fazer tudo o que não prejudique a outrem – assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites, senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo destes mesmos direitos. Tais limites não podem ser determinados senão pela lei.”
Constituição Francesa, 1791
“…a liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do seu semelhante” (…)
“…o que o homem perde pelo contrato social é a sua liberdade natural, e o que adquire é a liberdade civil. Distingue-se a primeira que não reconhece limites outros além da força dos indivíduos, da segunda, que está protegida e limitada pela vontade geral.”
Rousseau
“…a liberdade não consiste apenas no direito, mas no poder de ser livre”.
Luiz Blanc
“…a liberdade consiste em se poder fazer ou deixar de fazer tudo o que, praticado ou deixado de ser praticado não desagregue a sociedade nem lhe impeça os movimentos.”
Stuart Mill
“Se uma sociedade livre não puder ajudar os muitos que são pobres, acabará não podendo salvar os poucos que são ricos.”
Liberdade em filosofia
Designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional. Isto é, ela qualifica e constitui a condição dos comportamentos humanos voluntários.
Não se trata de um conceito abstracto. É necessário observar que filósofos como Sartre e Schopenhauer buscam, em seus escritos, atribuir esta qualidade ao ser humano livre. Não se trata de uma separação entre a liberdade e o homem, mas sim de uma sinergia entre ambos para a auto-afirmação do Ego e sua existência. E na equação entre Liberdade e Vontade, observa-se que o querer ser livre torna-se a força-motriz e, paradoxicamente, o instrumento para a liberação do homem.
Regras da Liberdade
· Obedecer a normas;
· Não passarmos por cima de tudo e todos só porque achamos que somos livres e o podemos fazer;
· Entre outros…
Llibertinagem
É o uso da liberdade sem o bom senso, acabando por transformá-la em um veículo para prejudicar a si próprio ou aos outros. Quando o uso da liberdade passa a ser libertinagem é assunto de discussão para mil anos, já que o limíte não é bem definido, e cada pessoa tem um conceito diferente sobre isso (para algumas pessoas, você poder decidir passar cada noite com uma pessoa diferente é uma característica da liberdade, para outras é libertinagem, e assim por diante).
A distinção entre Liberdade e Libertinagem
Liberdade: Acto de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio (resolução dependente apenas da vontade) qualquer coisa; gozo dos direitos do homem livre; independência; autonomia; permissão;
Libertinagem: Devassidão; vida de libertino; os libertinos (ímpios).
Um breve resumo
A liberdade é termos consciência dos actos, dos nossos erros, das nossas virtudes. É pensarmos em nós e no próximo, em quem nos rodeia. Como por exemplo: casarmos ou não, isso é sermos verdadeiramente livres.
A libertinagem é fazermos tudo o que queremos, não estamos sujeitos a obrigações, mas tudo isso está errado, porque as pessoas que são assim não têm responsabilidades, logo é aí que entra o grande titulo deste trabalho, quer isto dizer que a Decisão pode comportar Riscos, porque uma decisão errada pode ter riscos para toda a vida.
Até que ponto uma Decisão pode comportar Riscos e porquê?
Sim, uma decisção pode comportar riscos, como já referi no texto acima tomarmos uma decisão errada pode ter riscos para toda a vida. Se tumarmos uma decisão de cabeça quente seja ela muito importante ou não, normalmente não corre bem, ora o que se tem de fazer? Pensarmos bem do que se trata, se vale a pena tumarmos essa decisão ou não, ou seja, devemos pensar sempre se e que problemas essa decisão nos poderá trazer no futuro.
Exemplos:
· Casar ou não?
· Que curso vou tirar?
· Devo ou não montar o meu negocio, a minha epresa? (será que da lucro, sera que não…)
· Não sei se devo ter filhos, sera que tenho tempo para eles, secalhar não tenho, há mas secalhar depois até vou ter…
Estes são alguns exemplos existem muitos mais e talvez até com riscos mais elevados devido a decisão que foi tumada. Mas falando destes exemplos, aqui estão decisões muito importantes na nossa vida, ora se tumarmos a decisão errada falando destes exemplos iremos concerteza ter riscos para durante a nossa a vida.
Em suma fazendo uma breve análize deste trabalho, posso dizer que a Liberdade é sem duvida muito diferente da Libertinagem, e que de facto a Decisão comporta Riscos na nossa vida.
Este trabalho foi feito no ambito da disciplina de Área de Integração, do módulo 4.
Ass: Carina
quinta-feira, 28 de maio de 2009
liberdade
Escola Secundária de Arouca
Curso Profissional de Animador Sociocultural
Professora: Diana Tavares
Disciplina: Área de Integração
Trabalho realizado por Mariana Silva nº6 11ºH
Como se coloca Sartre face á questão do determinismo \
Liberdade?
O ponto de partida para o existencialismo é” se deus não existisse tudo seria permitido”.
Com efeito tudo é permitido se deus não existe e por consequência o homem está desamparado porque não encontra uma possibilidade a que se agarrar.
No homem, a existência precede a existência. Isto quer dizer que o homem não é uma coisa, mas sim uma realidade livre. A existência humana difere radicalmente da dos objectos fabricados. Vejamos um exemplo: uma caneta existe, mas antes de existir foi pensada, imaginada e desenhada por alguém.
O homem pelo contrário, existe antes de ser isto ou aquilo. Ou seja, antes de se definir, de formar a sua existência.Nao há nenhuma ideia que possa se fazer de um homem antes de ele existir ou agir.
Sartre liga a negação de uma essência previa do homem (não há natureza humana, não há destino previamente traçado) á negação de deus (não há deus para definir o homem ).A liberdade humana exige a negação da existência de deus. Ver a existência como liberdade é correlativo de uma tese ateísta. Sartre nega que deus é o criador a assimilado um artesão superior.
O ateísmo desempenha papel importante como pedra angular do humanismo existencialista de Sartre. "Se não existe, não encontramos diante de nós valores ou imposições que nos legitimem o comportamento. Se, entretanto não há uma moral ou valores apriorísticos porque "não há consciência divina infinita e perfeita para pensá-los, e estamos sós, sem justificativas para os nosso actos, porque, sinais" (15) que o balizem existencialmente e orientem. Estamos condenados a ser livres. Daí concluir Sartre que "o homem está condenado a cada instante a inventar o próprio homem". (16)
homem se sente esmagar sob o da responsabilidade de uma escolha feita sob condições de luto desamparo e abandono, o que o leva ao desespero.
"Se suprimi o Deus Pai, é bem necessário que alguém invente os valores", diz Sartre. E inventar os valores significa para ele dar à vida, que não tem sentido "a prioridade clássico, que torna o homem como fim e valor superior pelo seu humanismo existencialista, em cada um se escolhe livremente sem se referir a valores. Esta escolha, porém, não é gratuita, pois a escolha moral para ele se assemelhe à constatação de uma obra de arte, a qual não se inspira em regras estabelecidas "á prioridade".
O projecto humano traz portanto a marca essencial da liberdade, pois o homem se faz escolhendo a sua moral. Esta escolha define um tipo de projecto que é válido para todos os homens e épocas, eu devo agir segundo o axioma da moral kantiana, que eleva os meus actos à condição de paradigma de acção para toda a humanidade.
A liberdade moral da escolha rejeita qualquer ideia de determinismo, pois não existe uma natureza interior ao homem nem valores fora dele para preestabelecer rumos necessários à acção. Assim, ninguém nasce covarde ou herói, diz Sartre, mas cada um se faz conforme sua livre opção, tornando-se responsável pelo que é. Esta liberdade e responsabilidade moral de opção caracteriza o que Sartre chama de "dureza optimista", a qual repugna aos que se refugiam na "má fé" de um pseudo-determinismo, dissimulando a autenticidade do livre compromisso.
Temos de partir do código subjectividade, diz Sartre, por ser ele o único meio de atingirmos a verdade e salvar o homem como sujeito, evitando torná-lo objectivo.
Pelo "cogito", atingimo-nos a nós próprios e aos outros que se nos apresentam como condição de nossa existência, "como uma liberdade posta em face de mim. Descobrimos o mundo da intersubjectividade.
Não temos com os "outros" uma comunidade de natureza humana, uma essencial universal, mas temos uma "universalidade de condição", que se define pelos limites "a prioridade caracterizam a nossa situação fundamental no universo: e todo projecto humano, sem prejuízo de sua individualidade, tem um valor universal porque persegue objectivos relacionados com a superação ou eliminação desses limites.
Daí por que, escolhendo-me, eu construo o universal e realizo o absoluto, através de um projecto universalmente válido porque inteligível a todos os homens.
Curso Profissional de Animador Sociocultural
Professora: Diana Tavares
Disciplina: Área de Integração
Trabalho realizado por Mariana Silva nº6 11ºH
Como se coloca Sartre face á questão do determinismo \
Liberdade?
O ponto de partida para o existencialismo é” se deus não existisse tudo seria permitido”.
Com efeito tudo é permitido se deus não existe e por consequência o homem está desamparado porque não encontra uma possibilidade a que se agarrar.
No homem, a existência precede a existência. Isto quer dizer que o homem não é uma coisa, mas sim uma realidade livre. A existência humana difere radicalmente da dos objectos fabricados. Vejamos um exemplo: uma caneta existe, mas antes de existir foi pensada, imaginada e desenhada por alguém.
O homem pelo contrário, existe antes de ser isto ou aquilo. Ou seja, antes de se definir, de formar a sua existência.Nao há nenhuma ideia que possa se fazer de um homem antes de ele existir ou agir.
Sartre liga a negação de uma essência previa do homem (não há natureza humana, não há destino previamente traçado) á negação de deus (não há deus para definir o homem ).A liberdade humana exige a negação da existência de deus. Ver a existência como liberdade é correlativo de uma tese ateísta. Sartre nega que deus é o criador a assimilado um artesão superior.
O ateísmo desempenha papel importante como pedra angular do humanismo existencialista de Sartre. "Se não existe, não encontramos diante de nós valores ou imposições que nos legitimem o comportamento. Se, entretanto não há uma moral ou valores apriorísticos porque "não há consciência divina infinita e perfeita para pensá-los, e estamos sós, sem justificativas para os nosso actos, porque, sinais" (15) que o balizem existencialmente e orientem. Estamos condenados a ser livres. Daí concluir Sartre que "o homem está condenado a cada instante a inventar o próprio homem". (16)
homem se sente esmagar sob o da responsabilidade de uma escolha feita sob condições de luto desamparo e abandono, o que o leva ao desespero.
"Se suprimi o Deus Pai, é bem necessário que alguém invente os valores", diz Sartre. E inventar os valores significa para ele dar à vida, que não tem sentido "a prioridade clássico, que torna o homem como fim e valor superior pelo seu humanismo existencialista, em cada um se escolhe livremente sem se referir a valores. Esta escolha, porém, não é gratuita, pois a escolha moral para ele se assemelhe à constatação de uma obra de arte, a qual não se inspira em regras estabelecidas "á prioridade".
O projecto humano traz portanto a marca essencial da liberdade, pois o homem se faz escolhendo a sua moral. Esta escolha define um tipo de projecto que é válido para todos os homens e épocas, eu devo agir segundo o axioma da moral kantiana, que eleva os meus actos à condição de paradigma de acção para toda a humanidade.
A liberdade moral da escolha rejeita qualquer ideia de determinismo, pois não existe uma natureza interior ao homem nem valores fora dele para preestabelecer rumos necessários à acção. Assim, ninguém nasce covarde ou herói, diz Sartre, mas cada um se faz conforme sua livre opção, tornando-se responsável pelo que é. Esta liberdade e responsabilidade moral de opção caracteriza o que Sartre chama de "dureza optimista", a qual repugna aos que se refugiam na "má fé" de um pseudo-determinismo, dissimulando a autenticidade do livre compromisso.
Temos de partir do código subjectividade, diz Sartre, por ser ele o único meio de atingirmos a verdade e salvar o homem como sujeito, evitando torná-lo objectivo.
Pelo "cogito", atingimo-nos a nós próprios e aos outros que se nos apresentam como condição de nossa existência, "como uma liberdade posta em face de mim. Descobrimos o mundo da intersubjectividade.
Não temos com os "outros" uma comunidade de natureza humana, uma essencial universal, mas temos uma "universalidade de condição", que se define pelos limites "a prioridade caracterizam a nossa situação fundamental no universo: e todo projecto humano, sem prejuízo de sua individualidade, tem um valor universal porque persegue objectivos relacionados com a superação ou eliminação desses limites.
Daí por que, escolhendo-me, eu construo o universal e realizo o absoluto, através de um projecto universalmente válido porque inteligível a todos os homens.
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